Reuni aqui as dúvidas que mais escuto no consultório. Se a sua não estiver na lista, fale comigo pelo WhatsApp.
Não. A ideia não é puxar a pele, e sim reposicionar os tecidos profundos que caíram com o tempo.
Não existe uma idade exata. O mais importante é a indicação clínica, avaliada caso a caso.
Principalmente a região da mandíbula, bochechas, sulcos faciais e pescoço.
Nas primeiras duas semanas é comum ter inchaço e hematomas; depois, o retorno à rotina é gradual.
As incisões ficam em áreas discretas, ao redor da orelha e na linha do cabelo, tornando-se quase imperceptíveis.
O Deep Plane atua nos tecidos mais profundos, reposicionando musculatura e gordura, enquanto o lifting tradicional trabalha mais superficialmente.
Sim. Por não tracionar apenas a pele, evita o aspecto esticado e mantém a naturalidade da expressão.
O início pode ser um pouco mais delicado, mas o tempo total é semelhante ao lifting convencional.
Seguem os mesmos locais discretos e cicatrizam de forma quase imperceptível.
A completa trata as pálpebras superiores e inferiores; a superior cuida apenas da parte de cima.
Não. A maioria dos casos é feita com anestesia local e sedação.
Quando bem indicada e executada, preserva a naturalidade do olhar.
Fica escondida no sulco natural da pálpebra, praticamente imperceptível com o tempo.
É indolor sob anestesia local; o leve desconforto depois é controlado com medicação simples.
A maioria volta às atividades leves após 7 dias.
É duradouro, embora o envelhecimento natural continue com o tempo.
Não. O objetivo é rejuvenescer mantendo a expressão natural.
Não. Também trata flacidez, sulcos marcados e o aspecto cansado.
Feita corretamente, a forma natural dos olhos é mantida.
Sim. Pela técnica transconjuntival, sem cortes externos, para quem não tem excesso de pele.
Sem dor significativa; apenas leve inchaço e hematomas no início.
A partir dos 6 anos, quando a orelha já está formada. Adultos também têm ótimos resultados.
Crianças costumam receber anestesia geral; adultos podem fazer com local e sedação.
Sim, desde que o pós-operatório seja seguido corretamente.
Não. A incisão fica atrás da orelha, escondida.
Não. O reposicionamento mantém um espaçamento natural.
Traz harmonia, não uma transformação exagerada; respeita a sua identidade.
Se houver obstrução, ela pode ser corrigida no mesmo ato, melhorando respiração e estética.
Usa anestesia; o pós é mais desconfortável do que doloroso, com inchaço controlado por medicação.
Mudanças em semanas; o resultado definitivo pode levar de 6 meses a 1 ano.
Na técnica aberta, uma pequena cicatriz imperceptível na base do nariz; na fechada, incisões internas.
Será um prazer conversar com você e esclarecer tudo o que precisar antes de qualquer decisão.
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